O terceiro dos três anjos
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Vamos estudar hoje o terceiro dos três anjos de Apocalipse 14. Esse é o último esforço de Deus no sentido de convencer Seus filhos a não adorarem a besta. Esse falso poder tem mantido a mesma postura ao longo da história da igreja cristã, ao exigir a adoração que somente o Criador merece.
Apocalipse 14:9 e 10 – “Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.”
A profecia diz que mais um anjo é visto voando pelo céu e a mensagem que esse anjo apresenta é de uma dura advertência e de ameaça com castigo futuro. Esse anjo nada mais é do que seres humanos que se colocam ao lado de Deus e querem ser Seus mensageiros aqui neste mundo. Cabe a cada filho de Deus, nos últimos dias da história deste mundo, assumir o papel desse anjo e anunciar toda essa mensagem.
A profecia começa dizendo: “Se alguém adora a besta e sua imagem” (Apocalipse 14:9). A forma que o profeta escolheu para começar a expor o assunto mostra que nós podemos escolher a quem adorar e como adorar. O grande ponto em questão em toda a Bíblia é a adoração e obediência.
Cada ser humano, no final da história do planeta terra, terá que escolher entre adorar o Deus Criador, que é a mensagem do primeiro anjo, ou adorar a besta e a sua imagem, que a mensagem do terceiro anjo nos adverte para não fazermos.
Adorar a besta e a sua imagem é uma referência à adoração a um poder religioso comandado pela Igreja de Roma e a adoração, ou submissão, a um poder político comandado pelos Estados Unidos da América. Adorar a besta e a sua imagem é a pretensão que hoje a igreja de Roma já defende e pede a seus fiéis. No final da história da humanidade essa pretensão será apoiada pelos Estados Unidos. Cada ser humano terá que escolher a quem vai adorar.
Qual o conteúdo da mensagem do terceiro anjo? “A declaração de que a besta de dois chifres faz com que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, indica que a autoridade desta nação deve ser exercida impondo ela alguma observância que constituirá até de homenagem ao papado” (O Grande Conflito, p. 477).
A profecia aponta que esses dois poderes vão se unir e terão uma marca ou um sinal que indicará quem estará com eles e quem não estará. Qual é a marca que esse poder paralelo poderá colocar nos seus súditos? Para que entendamos o sinal que o poder paralelo terá, precisamos saber qual é o sinal que Deus tem entre Ele e Seus filhos.
Já vimos isso em programas anteriores. A santificação do dia de sábado é o sinal de Deus (Ezequiel 20:12,20; Êxodo 31:13). Satanás sempre esteve em oposição a Deus, e a sua tática é lançar contrafações a tudo o que Deus tem feito. Se o sinal de Deus é a santificação do sábado, o sinal da besta e da imagem dela é qualquer outro dia que queiram estabelecer ou definir como santo.
Na Bíblia não há uma só referência de que a sexta-feira ou o domingo ou qualquer outro dia, devam ser santificados, como ensinam as mais diferentes religiões. A santificação de qualquer outro dia é uma idéia humana e não tem aprovação de Deus.
A mensagem do terceiro anjo é uma advertência sobre o que está para vir, tanto no mundo político como religioso. Todas as pessoas ouvirão essa advertência e conscientemente tomarão sua decisão.
O profeta afirma que no final da história deste mundo de pecado, dois poderes se unirão. De um lado o poder religioso, liderado por cristãos não seguidores da Bíblia e, do outro lado, o poder político, liderado pelo país mais poderoso e influente do mundo: os Estados Unidos. Esse poder conjugado vai colocar seu sinal na “mão” ou na “testa”.
O que significam essas expressões? O sinal na mão ou na testa significa duas coisas muito importantes. A mão é sinal de trabalho, de ação, de atividade intensa, e na testa significa inteligência, análise e decisão. Portanto, para receber o sinal desse poder paralelo, a pessoa terá que escolher, decidir, terá que usar a mente. Receber o selo desse poder paralelo será algo consciente.
A profecia mostra o final dos que decidiram ficar ao lado de um poder paralelo e espúrio. Babilônia, a besta e a sua imagem deram de seu vinho à todas as nações. Os ensinos de Babilônia e de suas filhas foram espalhados por todo o mundo, mas agora chegou o momento de Deus dar a conhecer Seu vinho a todos que conscientemente escolheram receber o sinal da besta e rejeitaram o sinal de Deus.
A pena é fogo e enxofre. João faz um paralelo com a destruição de Sodoma e Gomorra (Gênesis 19:24). “O fogo com enxofre, enviado da parte de Deus é eterno, porque nada que o homem tente fazer pode apagá-lo. A única coisa que pode apagar o fogo eterno é quando o material queimado, neste caso os ímpios, vira cinzas e fumaça, não fornecendo assim mais matéria a ser queimada. Resultado: o fogo apaga” (Vilmar E. González, Daniel e Apocalipse. 3ª ed. 1988, p. 247).
Amigo ouvinte, Deus mais uma vez oferece a você a oportunidade de escolher de qual lado ficar. Você ficará ao lado de Deus, ao lado da verdade ou com Babilônia e a confusão religiosa?
Creia em Deus para ficar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.
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Esta série de três profecias mostra o último esforço de Deus para salvar o ser humano. O capítulo quatorze do Apocalipse é, sem dúvida, um divisor de águas no plano de Deus para o planeta Terra.
A primeira profecia descreve a pregação de um evangelho eterno, que deve ser dividido com toda nação, tribo, língua e povo. Ao mesmo tempo é anunciado que um juízo está em andamento e que a nossa adoração deve ser somente ao Deus Criador do céu e da terra.
O evangelho apresentado não é um evangelho moderno, mas eterno; não um tradicionalismo vazio, mas uma verdade de graça redentora; não é o apelo do profeta ao pecador, mas do glorioso e amante redentor. Esse é o desafio que a mensagem do primeiro anjo apresenta.
Este capítulo, em primeiro lugar, ressalta uma mensagem de misericórdia a um mundo que está à beira do colapso. Já a segunda mensagem contém uma séria advertência que precisa da nossa atenção. O profeta viu que, em seguida à pregação do primeiro anjo, surgiu um segundo anjo com uma mensagem muito forte e muito difícil de ser pregada.
Qual é o conteúdo da segunda mensagem profética? “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8).
A profecia começa dizendo que seguiu-se outro anjo. O que o profeta está querendo dizer? A expressão significa que ela segue uma ordem sequencial. O primeiro anjo apresenta a sua mensagem e em seguida o segundo também o faz. Seguem uma ordem cronológica, mas elas se interpõem. O primeiro ainda está pregando sua mensagem quando surge o segundo. Um não termina para que o outro comece. A mensagem de ambos continua sendo anunciada ao mesmo tempo.
Que mensagem traz o segundo anjo? “Caiu, caiu a grande Babilônia” (Apocalipse 14:8). Um profeta repetia duas ou mais vezes o que estava anunciando quando se tratava de algo muito importante e, o que o segundo anjo tem a dizer, na visão do profeta, é extremamente importante. Ele está anunciando a queda de Babilônia. Mas, que Babilônia? Por que João usou essa palavra? A cidade de Babilônia estava em ruínas nos dias de João. Então, do que ele estava falando?
Para entendermos essa profecia, precisamos conhecer um pouco da cidade de Babilônia. Ela começou lá na época da torre de Babel, com Ninrode, um bisneto de Noé. “A cidade foi desde o princípio um emblema da incredulidade ao verdadeiro Deus e um desafio à Sua vontade (Gênesis 11:4-9), e sua torre foi um monumento da apostasia, uma cidadela de rebelião contra o Senhor” (C.B.A.S.D. vol.7, p. 843).
O profeta Isaías identifica Lúcifer como o príncipe invisível de Babilônia (Isaías 14:4,12-14). Babilônia sempre esteve contra Deus e Seu povo. A cidade era o centro da atuação de Satanás. Enquanto Babilônia era o palco de Satanás, Jerusalém era o palco da atuação de Deus. Enquanto Babilônia estabelecia um governo completamente contrário e independente de Deus, em Jerusalém a forma de governo era Teocrática, ou seja, um sistema de governo orientado por Deus.
O profeta de Patmos não estava falando da cidade de Babilônia, e sim de um poder que teria as mesmas características que Babilônia teve no passado. Esse poder seria marcado pela confusão e pela rebelião contra Deus e Suas verdades. Também agiria independente de Deus e perseguiria e escravizaria Seu povo.
“Babilônia tem sido reconhecida literal e simbólica desde há muito como a inimiga tradicional da verdade e do povo de Deus. Babilônia, como se usa no Apocalipse, simboliza desde a antiguidade até o fim dos tempos todas as organizações religiosas apóstatas” (idem).
Essa mensagem começou a ser pregada logo após o anúncio da mensagem do primeiro anjo. É aplicada às organizações religiosas que se corromperam com doutrinas estranhas à Palavra de Deus. Ou seja, tem se embriagado com o vinho do erro, das doutrinas falsas.
A profecia diz ainda que Babilônia – a confusão religiosa – vai perseguir no futuro o povo remanescente, fiel a Deus e aos princípios bíblicos. Porém, a Bíblia afirma que esse poder, com características semelhantes às da antiga Babilônia, vai cair. Assim como caiu Nabucodonosor e caiu a velha Babilônia.
O grande recado que precisa ser dado ao mundo cristão é que saia dessa confusão religiosa. No capítulo 18:4 de Apocalipse temos um recado urgente de Deus: “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos”.
Esse é o convite de Deus para você também, amigo ouvinte. Avalie suas crenças. Compare-as com a palavra de Deus. Não seja enganado ou embriagado com o vinho do erro, das doutrinas equivocadas, dos ensinamentos falsos.
Creia no Senhor Deus para ficar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.
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Hoje vamos começar a estudar o capítulo 14 do Apocalipse. O tema está dividido em três partes distintas. Começaremos pela primeira delas.
Apocalipse 14:6 e 7, diz: “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua e povo. Dizendo com grande voz: temei a Deus, e dai-lhe glória; porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”.
Novamente temos muitos símbolos para expressar a última tentativa de Deus de preparar o mundo para o retorno de Jesus. Na linguagem do profeta, ele viu um anjo voando pelo meio do céu. O que ele estava querendo dizer?
“O anjo representa os santos de Deus ocupados com a tarefa de proclamar o Evangelho eterno… E a extensão de seu vôo indica os alcances mundiais da obra e da mensagem deste anjo. Sua obra cresce e se desenvolve até que seja ouvida por toda a humanidade” (C.B.A.S.D. vol. 7, p. 841).
A palavra anjo significa mensageiro do céu, ou tipos de agentes de Deus na terra (Apocalipse 1:20; 2:1; Hebreus 1:7,14; Gálatas 4:14). “Os três anjos de Apocalipse 14 representam o povo que aceita a luz das mensagens de Deus, e vão como agentes Seus a soar a advertência por toda a extensão e largura da terra” (Testemunhos Seletos II, 4.ª ed. 1971, p. 372).
A profecia diz que esses anjos ou mensageiros tinham que proclamar o evangelho eterno. A palavra eterno, na língua grega em que foi escrito o Apocalipse, “se referia a algo que é contínuo e não está sujeito a mudanças repentinas” (C.B.A.S.D. vol. 5, p. 501).
Portanto, o que os anjos de Deus em todos os tempos teriam e terão que anunciar em todo o mundo é algo eterno, que não sofreu e não sofrerá alterações com o passar do tempo. O evangelho de Deus é tão eterno quanto é eterno o Seu autor.
O que tem que ser levado a todo o mundo não é o evangelho barato que muitas igrejas estão pregando em nossos dias, nem é o evangelho da prosperidade que outras anunciam e muito menos o evangelho social defendido por tantas.
Deus precisa de anjos para irem por todo o mundo, pregar o evangelho eterno, que indica imutabilidade. Esse evangelho não pode ser mudado ou alterado por nenhuma pessoa, por mais poder que ela possua. Deus não deu autoridade a ninguém neste mundo para mudar ou reformar o que Ele estabeleceu. Não está nas mãos do homem pecador e falível alterar aquilo que o infalível Deus determinou (Deuteronômio 4:2: 12:32; Eclesiastes 3:14).
O evangelho deveria ser proclamado com grande voz, e isso mostra a preocupação de Deus com a clareza de Suas mensagens. Não pode haver dúvidas, mas sim plena compreensão. A voz tem que ser clara e precisa sobre o que Deus espera dos filhos dEle.
Para que ninguém ficasse discutindo o que é o evangelho eterno, o próprio Deus já se preocupou em definir o que deveria ser pregado pelo primeiro anjo.
“Temer a Deus”. No original grego essa palavra significa reverenciar, não tem a idéia de medo ou afastamento de Deus. O temor que deve ser pregado em alta voz é o respeito, a obediência e a reverência para com Deus e Seus ensinos. A palavra “temer a Deus” também quer transmitir a idéia de absoluta lealdade a Deus e uma submissão completa à vontade dEle.
“Dai-lhe glória”. Significa que Deus deverá ser reconhecido e louvado por Sua grandeza. Ele deve ser homenageado por Suas criaturas.
“É chegada a hora do Seu juízo”. A Bíblia contém muitos versos que falam de um juízo que todos teremos que enfrentar. Paulo assim expressou: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (II Coríntios 5:10).
Esse dia chegará para todos os filhos de Deus. Cabe a cada um fazer os preparativos necessários para enfrentar esse momento, pois Deus se levantará para julgar a cada um pelo que fez ou deixou de fazer. A profecia diz que a mensagem do juízo futuro tem que ser pregada em alta voz.
“Adorai aquele que fez o céu a terra e o mar, e as fontes das águas”. O grande ponto em disputa no cenário espiritual é: quem adorar e quando adorar. Deus está pedindo que somente o Criador seja adorado, mas no Apocalipse, porém, um outro poder também pede para ser adorado, Satanás.
A crise em que estamos envolvidos é tomarmos a decisão de quem adorar: o Criador ou a criatura. Cada um terá que fazer sua escolha: adorar a Deus, o Criador de todas as coisas, ou a criatura, ou ainda qualquer outro “deus”.
A profecia já iniciou seu cumprimento. Alguma coisa ainda falta. Todos somos convidados por Deus para como um anjo transmitirmos as boas novas de salvação ao mundo inteiro. Estamos dispostos a isso?
Creia no Senhor Deus para ficar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.
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ComenteA besta que emerge da terra
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Depois de ver a besta surgindo do mar, o apóstolo João viu, no Apocalipse, uma segunda besta. Esta, agora, surgindo da terra. Apocalipse 13:11 e 12, conta: “Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal foi curada.”
“A besta com chifres de cordeiro ergueu-se da terra. As quatro bestas de Daniel sete surgiram do mar, de um mar tempestuoso. A besta semelhante a leopardo, que era composta pelas quatro bestas de Daniel, também surgiu do mar. A falsa mãe de Apocalipse 17:3 e 15, assenta-se sobre uma besta prostrada sobre o mar. Mas a besta com chifres de cordeiro emergiu da terra. “As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas” (Apocalipse 17:5). Quando, em profecia intimamente relacionadas, terra é colocado em contraste com o mar, e este representa vastas populações, somos levados a perceber que terra está representando uma área escassamente povoada” (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, 3ª ed. 2002, p. 351).
A primeira besta foi golpeada de morte em uma de suas cabeças no ano 1798, quando, pela primeira vez na história, o Papa foi preso e levado para o exílio. Note, porém, que a segunda besta surgiria antes da queda da primeira. Mas que poder surgiu antes do poder papal receber o mais duro golpe de sua história?
“Quatro de julho de 1776 é a data considerada como a do nascimento da América, quando – conforme a expressão de Abraão Lincoln – os pais dessa nação trouxeram à luz, neste continente, um país concebido em liberdade. Em 4 de Julho de 1776 foi assinada a Declaração de Independência” (idem, p. 352).
A nação que cumpre essa profecia é os Estados Unidos da América. Ela surgiu com um grupo de cento e dois cristãos que fugiram da intolerância religiosa na Europa. A viagem teve início no dia 6 de setembro de 1620. A aventura durou sessenta e sete dias à bordo de um navio, que ancorou em pleno inverno no continente americano. Esse grupo sonhava em estabelecer uma nação livre e que respeitasse as convicções religiosas de cada pessoa.
Uma das frases mais famosas da declaração da Independência é: “Que todos os homens são iguais; que eles foram dotados por seu Criador com certos direitos inalienáveis, dentre os quais se destacam a vida, a liberdade e a busca da felicidade” (ibidem).
O apóstolo João viu uma besta com chifres de cordeiro. A característica do cordeiro é a mansidão, a bondade e a maneira pacífica de viver. Esse novo poder que surgiria no cenário mundial iniciaria sua ação no mundo tendo as características de um cordeiro.
Vinte e nove vezes, no Apocalipse, o termo cordeiro é aplicado a Jesus Cristo. Chifres são usados em Daniel e Apocalipse para descrever a autoridade de um governo.
Os estudiosos das profecias afirmam que “uma nação, e apenas uma, satisfaz às especificações desta profecia; esta aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte” (O Grande Conflito. 18a ed. 1975, p. 439).
Mas o que significam os chifres nesse poder com dupla personalidade? “Os chifres semelhantes aos do cordeiro indicam juventude, inocência e brandura, o que apropriadamente representa o caráter dos Estados Unidos, quando apresentados ao profeta como estando a subir em 1798.
Foi também concedido liberdade de fé religiosa, sendo permitido todo homem adorar a Deus segundo os ditames de sua consciência. Republicanismo e protestantismo tornaram-se os princípios fundamentais da nação. Estes princípios são o segredo de seu poder e prosperidade” (idem, p. 239-240).
O que começou, aparentemente, bem, já está mudando. Inclusive existe uma lei proibindo orações nas escolas públicas americanas. Toda a liberdade e tolerância ainda vão diminuir consideravelmente. Segundo a profecia, esse poder dará todo o apoio, colocará toda força e influência à serviço da primeira besta. No verso 13 é dito que fará, inclusive, cair fogo do céu diante dos homens. À medida que essa união for se desenvolvendo, milagres serão feitos com a intenção de mostrar ao mundo que Deus está aprovando essa união.
Já no verso 15 diz que irá ainda mais longe. Exigirá a obediência à imagem dela. Imagem é algo que se parece com o original, mas não é. Obediência do ser humano é o ponto que está sendo disputado entre Deus e Satanás. E mais: vai decretar a morte para os que não a adorarem. Também, segundo o verso 17, vai ordenar que se coloque a marca da besta sobre as pessoas. Quem não a tiver não poderá comprar nem vender.
O tempo é curto para detalhar cada uma das características dessa besta que surge da terra, ou seja, os Estados Unidos da América. Vale a pena estudar com muita atenção todo o capítulo 13 do Apocalipse.
Essa é uma profecia que está em pleno cumprimento. Por isso, creia no Senhor Deus para ficar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.







