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Espelho de Deus

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TEMPO DE REFLETIR – 11 de maio de 2013

Pela lei vem o conhecimento do pecado. Romanos 3:2

A lei de Deus é o espelho que revela aos seres humanos seus defeitos de caráter. Não é agradável, porém, para aqueles que encontram prazer na injustiça ver sua deformidade moral. Não valorizam esse espelho fiel, pois ele revela seus pecados. Assim, em vez de declarar guerra contra a mente carnal, guerreiam contra a verdade e o espelho fiel, que lhes foram concedidos por Jeová exatamente com o propósito de que não fossem enganados, mas que lhes fossem revelados seus defeitos de caráter. A descoberta desses defeitos deve levá-los a odiar o espelho ou odiar a si mesmos? Devem rejeitar o espelho que revela tais defeitos? Não. Os pecados cultivados, que o espelho fiel revela existirem em seu caráter, fecharão os portais do Céu para sua entrada, a menos que sejam abandonados e eles se tornem perfeitos diante de Deus.

Escutem as palavras do fiel apóstolo: “Pela lei vem o conhecimento do pecado.” Seria muito melhor se esses homens tão zelosos em abolir a lei manifestassem zelo em abolir seus pecados. [...]

Deus fez o ser humano íntegro, mas ele caiu e se corrompeu por se recusar a prestar obediência às reivindicações sagradas que a lei de Deus tem sobre ele. Todos os desejos humanos, se corretamente controlados e adequadamente direcionados, contribuirão para sua saúde física e moral, assegurando-lhe grande felicidade. O adúltero, o fornicador e o compulsivo não desfrutam da vida. Não pode existir verdadeira alegria para o transgressor da lei divina.

O Senhor sabia disso, por isso restringiu o ser humano. Ele dirige, ordena e claramente proíbe. [...]

O pecado não parece tão imoral, a menos que seja visto através do espelho leal que Deus nos concedeu como uma prova do caráter. Quando homens e mulheres reconhecem as exigências da lei de Deus e firmam os pés sobre a plataforma da verdade eterna, colocam-se em uma posição em que o Senhor pode lhes conferir poder moral para que deixem sua luz brilhar claramente diante dos homens, para que eles possam ver suas boas obras e glorifiquem nosso Pai que está no Céu.

Seu caminho será assinalado pela coerência. Não serão justamente acusados de hipocrisia e sensualismo. Podem pregar de Cristo com poder, pois estão cheios do Seu Espírito. Podem proferir verdades que abrirão caminho para o coração de seus semelhantes (Review and Herald, 8 de março de 1870).

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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.  http://www.cpb.com.br
-> Música: Arautos do Rei, “Tua lei”
-> Narração: Amilton Menezes

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O Redentor prometido

TEMPO DE REFLETIR – 10 de maio de 2013

Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15

Adão e Eva deveriam estar plenamente satisfeitos com o conhecimento que receberam de Deus por intermédio de Sua obra criada e das instruções dos santos anjos. [...] O elevado grau de conhecimento que eles pensavam que obteriam comendo do fruto proibido lançou-os na degradação do pecado e da culpa.

Adão e Eva foram expulsos do Éden, e os anjos que antes de sua transgressão haviam sido designados para guardá-los, no seu lar edênico, foram agora escalados para guardar os portais do paraíso e o caminho da árvore da vida, a fim de que eles não retornassem, tendo acesso a ela, imortalizando, assim, o pecado.

O pecado afastou Adão e Eva do paraíso e foi a causa da retirada do paraíso da Terra. Como consequência da transgressão da lei de Deus, eles o perderam. Em obediência à lei do Pai e por meio da expiação do sangue de Seu Filho, o paraíso será restituído. [...]
Satanás exaltou-se orgulhosamente diante de Cristo e diante dos anjos leais por ter tido êxito em levar uma parte dos anjos do Céu a se unir a ele em sua presunçosa rebelião, e agora que fora bem-sucedido em dominar Adão e Eva, afirmava que o lar edênico era seu. Orgulhosamente se gabava de que o mundo que fora criado por Deus era seu domínio; tendo conquistado Adão, o monarca do mundo, ganhara a humanidade e deveria agora possuir o Éden, fazendo dele seu quartel-general; ali estabeleceria seu trono e seria o rei do mundo.

Porém, medidas foram imediatamente tomadas no Céu para derrotar Satanás e seus planos. Anjos poderosos, tendo raios de luz como espadas flamejantes, saíram em todas as direções e foram colocados como sentinelas para guardar da aproximação de Satanás e do casal culpado o caminho à árvore da vida. [...]

Houve um concílio no Céu, tendo como resultado a submissão do querido Filho de Deus, a fim de redimir o ser humano da maldição e desgraça da falha de Adão e derrotar Satanás. Que decisão incrível! A Majestade do Céu, por causa do Seu amor e de Sua piedade pela humanidade caída, propôs tornar-Se seu substituto e fiança (Review and Herald, 24 de fevereiro de 1874).

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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.  http://www.cpb.com.br
-> Música: Felipe Valente, “Sacrifício”
-> Narração: Amilton Menezes

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A queda

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TEMPO DE REFLETIR – 9 de maio de 2013

Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Gênesis 3:3

Eva saiu de perto do esposo, para contemplar as coisas maravilhosas da natureza, deleitando-se nos seus cenários coloridos e na fragrância das flores, admirando a beleza das árvores e arbustos. Pôs-se a pensar na restrição que Deus lhes tinha imposto com relação à árvore da ciência do bem e do mal. Ficou deslumbrada com a beleza e abundância que o Senhor providenciara para a satisfação de cada desejo. Tudo isso, disse ela, Deus nos deu para nossa satisfação. [...]

Eva passeava perto da árvore proibida, e foi despertando a curiosidade para descobrir como a morte poderia ocultar-se no fruto dessa árvore agradável. Ficou surpresa ao ouvir que suas interrogações foram acolhidas e repetidas por uma voz estranha: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gn 3:1). Eva não percebeu que tinha revelado seus pensamentos conversando em voz alta consigo mesma; desse modo, ficou extremamente atônita ao ouvir que suas inquietações eram respondidas pela serpente. Realmente pensou que a serpente lhe conhecia os pensamentos e que deveria ser muito sábia.

Respondeu-lhe: “Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3:2-5). [...]

Eva exagerou as palavras da ordem de Deus. Ele disse a Adão e Eva: “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2:17). Na discussão de Eva com a serpente, ela acrescentou: “Nem tocareis nele, para que não morrais” (Gn 3:3). [...] Essa citação de Eva deu vantagem [à serpente]; colheu o fruto e o colocou nas mãos de Eva, usando suas palavras: “Deus disse que você morreria se tocasse no fruto. Veja, nenhum mal lhe sucedeu ao tocar nele; tampouco sofrerá dano algum ao comê-lo.” [...] Ao comer o fruto, Eva não notou imediatamente dano algum. Então, ela mesma apanhou o fruto para si e para o esposo. [...]

Adão e Eva deveriam estar plenamente satisfeitos com o conhecimento que receberam de Deus por intermédio de Sua obra criada e das instruções dos santos anjos. [...] A ignorância do pecado era para sua felicidade (Review and Herald, 24 de fevereiro de 1874).

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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.  http://www.cpb.com.br
-> Música: Naielly Leite, “Sangue, o preço do perdão”
-> Narração: Amilton Menezes

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Oportunidade de escolha

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TEMPO DE REFLETIR – 8 de maio de 2013

Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Gênesis 2:17

O Senhor sabia que Adão e Eva não podiam ser felizes sem o trabalho, portanto deu-lhes a agradável ocupação de cuidar do jardim. À medida que eles cuidavam das coisas bonitas e úteis ao seu redor, podiam ver a bondade e a glória de Deus nas Suas obras criadas. Adão e Eva tinham temas a contemplar nas obras de Deus no Éden, que era uma miniatura do Céu. Deus não os formou meramente para contemplar Suas obras gloriosas; porém, deu-lhes mãos para trabalhar, bem como mente e coração para contemplar. Se a felicidade de Suas criaturas consistisse em não fazer coisa alguma, o Criador não teria apontado o trabalho para eles. Adão e Eva deveriam encontrar felicidade no trabalho e também na meditação. Eles deveriam ter em grande estima o fato de que foram criados à imagem de Deus, a fim de serem semelhantes a Ele em justiça e santidade. A mente deles possuía a capacidade de cultivo contínuo, expansão, refinamento e nobreza, pois Deus era o professor deles, e os anjos seus companheiros.

O Senhor colocou Adão e Eva sob provação a fim de que pudessem formar um caráter de integridade comprovada, para a própria felicidade e para a glória de seu Criador. Ele dotara o santo casal com poderes de uma mente superior, como nenhuma outra criatura que Suas mãos fizeram. Sua superioridade mental era um pouco menor do que a dos anjos. Estavam em condição de se familiarizar com a excelência e a glória da natureza, e de compreender o caráter do Pai celestial em Suas obras criadas. As glórias do Éden, e sobre tudo em que pudessem repousar os olhos, testificavam do amor e do infinito poder de seu Pai. [...]

O desprendimento foi a primeira lição moral dada a Adão e Eva. O governo de tudo foi-lhes colocado nas mãos. Julgamento, razão e consciência estavam sob seu domínio. [...] Adão e Eva tinham permissão de experimentar todas as árvores do jardim, exceto uma. Havia uma única e simples proibição. A árvore proibida era tão atrativa e desejável como qualquer outra do jardim. Era chamada árvore do conhecimento porque, experimentando dessa árvore, da qual Deus disse “não comerás”, eles teriam o conhecimento do pecado – experimentariam a desobediência (Review and Herald, 24 de fevereiro de 1874).

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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.  http://www.cpb.com.br
-> Música: Paulo Cesar Baruk, “Jardim da inocência”
-> Narração: Amilton Menezes

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